Eu não tava conseguindo dormir por causa dos mosquitos, incomodando muito mesmo..
Então eu me levantei e comecei a matar eles, e acordei o Volney pra mostrar que tinha matado, pro Volney ver que era verdade que eles tavam me mordendo, pq não tavam mordendo ele.
Mas quando eu acordei hoje, perguntei ao Volney se tinha mostrado a ele os mosquitos mortos e ele disse que não...
Eu jurava que era verdade.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
quarta-feira, 19 de maio de 2010
19/05/2010
Estava eu, minha mãe e meu irmão passeando num bugre vermelho. Entramos na rua do Espetinho do Zé e tava o maior trânsito.
Passou pela gente um homem de pé com a maior cara de doido, olhando pra gente. Ficamos com medo e ele percebeu.
Ele veio na nossa direção e começamos a nos desesperar. Ele puxou a minha mãe do volante pra fora do carro e ela gritou mandando a gente descer do carro depressa.
Descemos e saímos correndo enquanto ele fazia a volta pra ir atrás da gente, era como uma contagem regressiva enquanto ele manobrava o bugre, escutei até ele contando "3...2...1..." e a gente correu muito e entrou no bar, gritando.
Ele parou o bugre na frente e desceu Morrendo de medo, sentamos numa mesa que tinha umas amigas da minha mãe.
Ele sentou na mesa do lado e ficou tirando gracinha com a gente.
Na hora de ir embora, a gente não tinha como voltar pra casa.... Só lembro do momento em que a gente se dirigia ao bugre COM O DOIDO!! Não sei pq, não sei o que aconteceu depois, pq acordei aliviada!!!!
Passou pela gente um homem de pé com a maior cara de doido, olhando pra gente. Ficamos com medo e ele percebeu.
Ele veio na nossa direção e começamos a nos desesperar. Ele puxou a minha mãe do volante pra fora do carro e ela gritou mandando a gente descer do carro depressa.
Descemos e saímos correndo enquanto ele fazia a volta pra ir atrás da gente, era como uma contagem regressiva enquanto ele manobrava o bugre, escutei até ele contando "3...2...1..." e a gente correu muito e entrou no bar, gritando.
Ele parou o bugre na frente e desceu Morrendo de medo, sentamos numa mesa que tinha umas amigas da minha mãe.
Ele sentou na mesa do lado e ficou tirando gracinha com a gente.
Na hora de ir embora, a gente não tinha como voltar pra casa.... Só lembro do momento em que a gente se dirigia ao bugre COM O DOIDO!! Não sei pq, não sei o que aconteceu depois, pq acordei aliviada!!!!
sexta-feira, 14 de maio de 2010
13-14/05/2010
Pedi à Conceição (diarista) pra pintar minhas unhas, ela disse que não sabia pintar, mas ela sabia pq ja tinha pintado minhas unhas antes. Mostrei que estavam todas borradas e ela concordou em me ajudar.
Fui no meu quarto, peguei o esmalte roxo que Luísa me emprestou e peguei a bolsinha de manicure da mamãe.
Quando cheguei na sala, a LÚCIA pediu pra pintar. Deixei, né. Ela pegou um papelzinho e tudo que ela fazia ia anotando, muito engraçado. tipo, no papel tinha o nome de cada dedo, e tudo que ela fazia no dedo ela anotava embaixo: lixar, limpar, pintar, etc..
O interfone tocou e as meninas disseram que tinha umas americanas la embaixo falando e o porteiro não entendia nada, a Lúcia mandou subir.
Eram as gringas amigas do Aldo. Subiram e ficaram conversando com a gente, falando da pepê, que o cachorro do amigos delas era bem parecido e cococó.
Luísa me acordou dizendo que a manicure de verdade tinha chegado!! hahaha.. Será que era ansiedade pra pintar logo as unhas de roxo cintilante?
Fui no meu quarto, peguei o esmalte roxo que Luísa me emprestou e peguei a bolsinha de manicure da mamãe.
Quando cheguei na sala, a LÚCIA pediu pra pintar. Deixei, né. Ela pegou um papelzinho e tudo que ela fazia ia anotando, muito engraçado. tipo, no papel tinha o nome de cada dedo, e tudo que ela fazia no dedo ela anotava embaixo: lixar, limpar, pintar, etc..
O interfone tocou e as meninas disseram que tinha umas americanas la embaixo falando e o porteiro não entendia nada, a Lúcia mandou subir.
Eram as gringas amigas do Aldo. Subiram e ficaram conversando com a gente, falando da pepê, que o cachorro do amigos delas era bem parecido e cococó.
Luísa me acordou dizendo que a manicure de verdade tinha chegado!! hahaha.. Será que era ansiedade pra pintar logo as unhas de roxo cintilante?
segunda-feira, 10 de maio de 2010
10/05/2010
Estava na Barra,Vó thereza tava cochilando à tarde e fui fumar um cigarro lá atrás, como sempre faço, mas dessa vez tinha um portão nos fundos da casa que dava para uma rua.
Me escondi bem, atrás de vários muros, mas um homem me achou. Ele parecia ser o vizinho. Veio pra perto de mim e me deu uma injeção que era um choque!
Comecei a gritar e ele fugiu, gritei, gritei... e apareceu o João (primo), Volney (namorado) e algum amigo do João, que não me lembro quem era.
Me ajudaram a passar por cima do muro e me levaram de volta pra casa. Eu tava grog, prestes a cair a qualquer momento. Não sei o que o homem queria fazer comigo, mas tenho certeza que ele achava que o efeito do choque seria imediato e que eu não ia conseguir fugir. Me deitaram no sofá e eu dormi.
Quando acordei, comecei a dizer que tudo tinha sido um sonho, pq nenhum dos meninos que me ajudaram estavam la. Tava a conceição e a Lúcia (que trabalham aqui em casa) conversando na mesa da varanda com o Lucas (filho da Conceição), contei meu sonho pra elas.
Chamei a Tete (minha prima de Recife) pra ir comigo la atrás, na rua de trás, pra eu fumar denovo. (aloka). Quando tava indo, ouvi barulhos de luzes acendendo, e sempre é a Vo thereza que acende as luzes da Barra, era um sinal de que ela tinha acordado.
Dei meia volta e esperei ela ir pra sala, nisso perdi meu isqueiro. Fiquei rodando no quarto das empregadas procurando, mas so achei um fósforo.
Apareceu a Val (a empregada mais antiga da minha vó) de toalha, mas ela parecia mais com a Marinêis (irmã dela que ja foi minha babá). Percebi que ela estava mais magra, beeem mais magra e elogiei, ela tirou a toalha, kkkkkk.
Fui na rua de trás com a Tete e a gente andou até que tivesse um lugar com várias pessoas, pra não acontecer denovo.
Fiquei fumando e conversando com ela, apareceu umas meninas olhando de cara feia.. até que vimos pelo vidro da escada todo mundo da casa da vovó correndo la pra cima e depois descendo, perguntei oq seria aquilo e tete disse: Foi só você ter aquele sonho pra acontecer alguma coisa, tavam só esperando...
Saímos correndo pra ver o que tinha sido, mas não achávamos eles. Entramos em portas, saímos de portas, parecia desenho animado. Coisa bem louca. Cruzávamos com eles, mas não conseguíamos falar com eles, nem eles nos viam.
Comecei a gritar, dizendo que era outro sonho. Me belisquei, me dei susto, tinha certeza que era um sonho. Depois de muitos gritos e muitos beliscões, fui acordando aos poucos, minha consciência querendo voltar, mas alguma coisa me prendia lá dentro... FOI HORRÍVEL!
Me escondi bem, atrás de vários muros, mas um homem me achou. Ele parecia ser o vizinho. Veio pra perto de mim e me deu uma injeção que era um choque!
Comecei a gritar e ele fugiu, gritei, gritei... e apareceu o João (primo), Volney (namorado) e algum amigo do João, que não me lembro quem era.
Me ajudaram a passar por cima do muro e me levaram de volta pra casa. Eu tava grog, prestes a cair a qualquer momento. Não sei o que o homem queria fazer comigo, mas tenho certeza que ele achava que o efeito do choque seria imediato e que eu não ia conseguir fugir. Me deitaram no sofá e eu dormi.
Quando acordei, comecei a dizer que tudo tinha sido um sonho, pq nenhum dos meninos que me ajudaram estavam la. Tava a conceição e a Lúcia (que trabalham aqui em casa) conversando na mesa da varanda com o Lucas (filho da Conceição), contei meu sonho pra elas.
Chamei a Tete (minha prima de Recife) pra ir comigo la atrás, na rua de trás, pra eu fumar denovo. (aloka). Quando tava indo, ouvi barulhos de luzes acendendo, e sempre é a Vo thereza que acende as luzes da Barra, era um sinal de que ela tinha acordado.
Dei meia volta e esperei ela ir pra sala, nisso perdi meu isqueiro. Fiquei rodando no quarto das empregadas procurando, mas so achei um fósforo.
Apareceu a Val (a empregada mais antiga da minha vó) de toalha, mas ela parecia mais com a Marinêis (irmã dela que ja foi minha babá). Percebi que ela estava mais magra, beeem mais magra e elogiei, ela tirou a toalha, kkkkkk.
Fui na rua de trás com a Tete e a gente andou até que tivesse um lugar com várias pessoas, pra não acontecer denovo.
Fiquei fumando e conversando com ela, apareceu umas meninas olhando de cara feia.. até que vimos pelo vidro da escada todo mundo da casa da vovó correndo la pra cima e depois descendo, perguntei oq seria aquilo e tete disse: Foi só você ter aquele sonho pra acontecer alguma coisa, tavam só esperando...
Saímos correndo pra ver o que tinha sido, mas não achávamos eles. Entramos em portas, saímos de portas, parecia desenho animado. Coisa bem louca. Cruzávamos com eles, mas não conseguíamos falar com eles, nem eles nos viam.
Comecei a gritar, dizendo que era outro sonho. Me belisquei, me dei susto, tinha certeza que era um sonho. Depois de muitos gritos e muitos beliscões, fui acordando aos poucos, minha consciência querendo voltar, mas alguma coisa me prendia lá dentro... FOI HORRÍVEL!
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Voltei
Eu estava no cesmac de Maceió tendo minha aula de bioquímica. No intervalo tava passando naquelas televisões que ficam no corredor (no canal do cesmac) que o pessoal tinha feito um abaixo assinado para não poder encaixar mais de 4 alunos de veterinária na mesma sala de outro curso.
Fiquei indignada e entrei onde só tinha estudantes de veterinária, na sala quebrando tudo. Quando contei o que houve, todo mundo da sala se revoltou, até a professora (Aldenyr, é a de bioquímica), que deu um discurso e depois recebeu uma carta enchendo ela de elogios.
Volney foi me pegar na faculdade, quando eu entrei no carro ele andou um pouquinho e parou pra FAZER XIXI (como ele sempre faz). Era o mirante da rua da Vó Thereza e lá tem uma garagem da polícia, mas desta vez era um posto policial. Quando ele começou a fazer xixi no mirante, um carro da polícia parou e ficou olhando. Chamaram a atenção dele e ele parou o xixi no meio (já fez isso antes, mas não por causa da polícia) e, pra completar, tava com um canivete aberto numa mão e uma pistola de brinquedo maior que ele na outra. Prenderam ele, mas era só pra fichar (pegar nome, RG, essas coisas) e me chamaram, ai fui lá (perdendo pra embreagem dura do carro dele).
Tinha um menino que tinha acabado de ser preso, fiquei com bastante medo dele. O Laio (filho do Wanderley) tava la e o preso tentou fazer ele de refém, segurando ele de cima do mirante ameaçando jogar o menino lá embaixo. Conversei com ele e ele amoleceu e desistiu. Conversa vai, conversa vem... Todos foram soltos!
Me mandaram ir dirigindo o carro do Volney e o preso queria vir com a gente. Fiquei com medo e tranquei logo as portas do carro, o homem endoidou, querendo entrar a qualquer custo, tentei sair rápido mas a peste da embreagem era muito funda e o banco tava muito pra trás, fiquei tentando achar a posição certa e saímos... aí Meu celular tocou: era Volney me pedindo pra ir buscar ele em casa pra ir pra aula!!!!
Fiquei indignada e entrei onde só tinha estudantes de veterinária, na sala quebrando tudo. Quando contei o que houve, todo mundo da sala se revoltou, até a professora (Aldenyr, é a de bioquímica), que deu um discurso e depois recebeu uma carta enchendo ela de elogios.
Volney foi me pegar na faculdade, quando eu entrei no carro ele andou um pouquinho e parou pra FAZER XIXI (como ele sempre faz). Era o mirante da rua da Vó Thereza e lá tem uma garagem da polícia, mas desta vez era um posto policial. Quando ele começou a fazer xixi no mirante, um carro da polícia parou e ficou olhando. Chamaram a atenção dele e ele parou o xixi no meio (já fez isso antes, mas não por causa da polícia) e, pra completar, tava com um canivete aberto numa mão e uma pistola de brinquedo maior que ele na outra. Prenderam ele, mas era só pra fichar (pegar nome, RG, essas coisas) e me chamaram, ai fui lá (perdendo pra embreagem dura do carro dele).
Tinha um menino que tinha acabado de ser preso, fiquei com bastante medo dele. O Laio (filho do Wanderley) tava la e o preso tentou fazer ele de refém, segurando ele de cima do mirante ameaçando jogar o menino lá embaixo. Conversei com ele e ele amoleceu e desistiu. Conversa vai, conversa vem... Todos foram soltos!
Me mandaram ir dirigindo o carro do Volney e o preso queria vir com a gente. Fiquei com medo e tranquei logo as portas do carro, o homem endoidou, querendo entrar a qualquer custo, tentei sair rápido mas a peste da embreagem era muito funda e o banco tava muito pra trás, fiquei tentando achar a posição certa e saímos... aí Meu celular tocou: era Volney me pedindo pra ir buscar ele em casa pra ir pra aula!!!!
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